8 dicas para quem trabalha em casa


1- A linguagem é importante. Nunca diga 'trabalho em casa'. Diga 'meu escritório é em casa', ou 'trabalho para o escritório a partir de casa'. Além de soar mais profissional, você não entra para a lista de amigos e parentes como aquela-pessoa-que-pode-pegar-meu-filho-na-escola ou outros compromissos.

2- Algumas pessoas gostam de se vestir para o trabalho, mesmo que eles nunca ponham o pé pra fora de casa. Outras gostam de andar pela casa de pijamas. É uma escolha pessoal. Mas se você preferir a última, pelo menos troque de roupa uma vez de dia e de noite. Casual, sim. Sujo, não.

3- Fale com alguém do trabalho pelo menos uma vez por dia. Longos momentos de silêncio são angustiantes. Após três dias, eu fico me sentindo uma criança num acampamento: preocupada de que na minha ausência, eles terão mudado de casa sem me dizer. Melhor falar com gerentes, que sabem da situação geral.

4. Fofocar, navegar na internet e comprar uma coisinha durante o almoço são maneiras saudáveis de desanuviar a cabeça do ambiente barulhento, do café ruim e da cadeira desconfortável comuns ao trabalho. Apesar de em casa haver mais silêncio e conforto, não dá pra trabalhar oito horas sem parar. Então faça coisas úteis como pausa: lave roupa, varra o chão, faça um exercício (somente se você não gostar de se exercitar; se for divertido, você vai se distrair).

5- Se você tem filhos, explique a eles que quando sua porta estiver fechada, eles não devem incomodá-lo. Se eles não obedecerem, diga que se eles interromperem seu trabalho você vai perder os seus prazos, vai ser demitida, a família vai viver na rua e você vai vender seus brinquedos para comprar comida.

6- Galinhas adorariam trabalhar das 4h às 13h; as corujas, das 15h à meia-noite. Mas lembre-se de que alguns compromissos, ligações e conferências podem ser fora de seu horário de preferência. É tentador criar uma rotina adaptada ao seu organismo; mas é melhor se basear nos horários em que o mundo exige que você esteja disponível.

7- Em casa, temos três telefones: uma para a família, um para as crianças e um para as ligações de trabalho. Tenha um aparelho somente para o trabalho, assim você não corre o risco de alguém atender desavisadamente ('Ei, mãe, é um tal de Steve Jobs, posso dormir na casa do Lucas?'), e você pode atender no modo profissional ('Aqui é Leigh Buchanan') e pessoal ('Que foi?').

8- Tenha uma cafeteira boa. A minha é uma Saeco Incanto Sirius, que faz um expresso fenomenal, mesmo tendo esse nome que parece saído de um livro do Harry Potter.

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Fui demitido e agora?

O fim de um ciclo é algo natural na vida produtiva de qualquer pessoa, afinal, é rara aquela que inicia e encerra a carreira na mesma empresa. Entretanto, nem sempre o desligamento se dá por iniciativa do profissional. Quando isso acontece, o que fazer?

De acordo com o diretor de Projetos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vladimir Araújo, antes de tudo, é preciso manter a calma. Em seguida, procurar a ajuda de amigos e familiares, que possam dar apoio e auxiliar a pessoa a entender a situação.

Por fim, se ainda for necessário, vale tentar a busca de empresas especializadas que podem ajudar o profissional a entender o que ocorreu, bem como auxiliá-lo na procura por uma nova oportunidade.

Demissão nem sempre é incompetência

Ainda na avaliação de Araújo, é comum que, ao serem demitidas, as pessoas se enxerguem como incapazes e, dependendo de como se deu o desligamento, se sintam inaptas a buscar uma nova colocação.

Porém, tais julgamentos são precipitados, diz ele, visto que a maior parte das demissões não se dá por incapacidade do profissional, e sim por problemas comportamentais, como dificuldades de relacionamento, comunicação e trabalho em equipe.

"O fato de ter perdido o emprego não o transforma em incompetente da noite para o dia. Assim, é preciso fazer uma reflexão para tentar entender os reais motivos da demissão e, se necessário, trabalhar tais aspectos".

E na entrevista de emprego?

De um modo geral, a pessoa deve encarar a demissão com naturalidade, mesmo porque o assunto ainda pode ser pauta em futuras entrevistas de emprego.

Se isso acontecer, alerta o especialista, a melhor opção é falar a verdade, atentando aos fatos e não ao emocional. Vale lembrar que, independentemente de ter sido demitido do emprego, nunca é apropriado falar mal da empresa anterior.

Já para aqueles que, por ventura, foram demitidos por justa causa, o diretor de projetos da Ricardo Xavier dá o seguinte conselho: "dentro do possível e da melhor maneira, procure mostrar o que aconteceu e, principalmente, a ação que fez para reverter a situação ou atenuar o problema".

Na antiga empresa

Por fim, destaca Araújo, vale lembrar que, mesmo ao ser demitido, o profissional deve manter a postura e sair de forma digna da empresa anterior, evitando, por exemplo, falar mal da empresa ou enviar e-mails de despedida criticando alguém.

Além disso, diz ele, é simpático colocar-se disponível para uma nova oportunidade, caso a empresa venha a necessitar novamente de alguém com aquele perfil.

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10 lições para dar vida longa ao negócio familiar


Apenas uma em cada três empresas familiares ultrapassa a terceira geração de seus fundadores. E, destas, apenas 30% chegam à quarta geração. Qual é o segredo? Talvez o mais importante deles seja a preocupação em passar às novas gerações a paixão pelas raízes e pelo próprio negócio. Como quem planta sementes, quem está no comando preocupa-se em formar sucessores cedo, quando eles ainda são meras crianças. Mas essa não é a única lição. Eis mais algumas: 

1 - 
Controle de caixa - Pesquisas internacionais revelam que apenas 5% dos negócios familiares continuam a gerar dividendos atrativos para os seus acionistas depois da terceira geração. A ordem é controlar o caixa com pulso firme 

2 - 
Seleção criteriosa - Jamais empregue alguém que não possa ser demitido. Os descendentes do fundador precisam acumular experiência no mercado e aprender a olhar a empresa da família não como uma herança, mas como um negócio 

3 - 
Crescimento limitado - Por mais eficiente que seja a empresa, dificilmente ela crescerá mais do que a família. Por isso, muito cuidado para não comprometer o negócio por transformá-lo em um cabide de empregos 

4 - 
Conflitos à parte - Estudo feito por uma consultoria internacional especializada em gestão de empresas revela que 65% dos casos de mortalidade decorrem de conflitos entre parentes. Por isso, é importante deixar os rancores do lado de fora dos portões da companhia 

5 - 
História passada a limpo - Procurar manter o vínculo dos descendentes com o negócio deve ser um exercício diário. Uma das formas de fazê-lo é estimular a participação dos herdeiros desde cedo na rotina da empresa 

6 - 
Valorização da essência - É indispensável passar às próximas gerações os princípios e os valores que nortearam a criação do negócio 

7 - 
Planejamento a longo prazo - Empresas só atravessam décadas de vida porque seus gestores estão sempre atentos aos rumos do mercado, aos movimentos da concorrência e às inovações tecnológicas 

8 - 
Aprender com os erros - A maioria da empresas familiares já passou por pelo menos um problema sério ao longo de sua história. Porém, é importante aprender com a história do negócio e tentar não repetir os erros do passado 

9 - 
Olho no futuro - A tradição é um grande diferencial, mas empresas devem ter os olhos voltados para o futuro, para não perder seu lugar no mercado 

10 - 
Sangue novo - É importante que cada geração que assuma o comando dê fôlego ao negócio e ao modelo de gestão, de modo que a empresa seja renovada e esteja preparada para enfrentar novos desafios 

Fonte: PEGN
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Erros que podem comprometer a sua aposentadoria


Para a maioria das pessoas, o planejamento da aposentadoria termina quando elas deixam de trabalhar. Afinal, tendo acumulado uma reserva adequada, acreditam que não seja preciso se preocupar com o futuro. Mas, não é bem assim!

Ainda que o planejamento na fase de acumulação (como é conhecido o período no qual você ainda está na ativa e poupa para acumular um patrimônio) seja importante, ele não é suficiente para garantir seu futuro. Afinal, a sua tranqüilidade vai depender da forma como irá administrar estes recursos após a aposentadoria: o que inclui não só a decisão de onde investir, como a definição do quanto sacar mensalmente.

O que afeta a duração do seu patrimônio?
São comuns os casos de aposentados que, animados com a maior disponibilidade de tempo, acabam sacando uma parcela significativa do seu patrimônio nos primeiros anos de aposentadoria, o que acaba comprometendo a sustentabilidade do patrimônio. Em outras palavras, se este ritmo de resgate for mantido, muito provavelmente o patrimônio não durará o tempo previsto.

De maneira geral, os especialistas em gestão patrimonial concordam que a duração do seu patrimônio será função de quatro fatores:
  • Taxa de resgate mensal
    Deve ser expressa em termos do valor do patrimônio inicial, ou seja, aquele que você tiver acumulado ao se aposentar. Por mais que os juros estejam elevados, e que seja possível investir em renda fixa e obter um ganho líquido superior a 1% ao mês, isso não significa que você possa sacar integralmente o rendimento que obteve.

    Em primeiro lugar porque, como já discutimos anteriormente, o patrimônio precisa ser preservado da erosão causada pela inflação. Além disso, é preciso conservadorismo na definição do retorno de longo prazo do seu patrimônio: o ideal é projetar que o patrimônio terá um retorno de 5% ao ano acima da inflação. Na prática isso equivale a dizer que você pode sacar até 5% do seu patrimônio sem comprometer a sua sustentabilidade.

    Contudo, esta hipótese não assume um valor residual do patrimônio. Porém, caso o retorno da carteira seja maior, de 6% acima da inflação, o diferencial de 1% poderá ser deixado como herança para os seus beneficiários. Alternativamente, pode-se considerar este valor excedente como uma reserva para possíveis gastos extraordinários, sobretudo na área de saúde, que são bastante comuns no caso de pessoas idosas.

  • Forma como o patrimônio é investido
    Ainda que, ao se aposentar, muito provavelmente a sua expectativa de vida supere os 10 anos, o que é considerado como sendo longo prazo, isso não significa, contudo, que não seja preciso rever a sua estratégia de investimento e reduzir a parcela direcionada em ativos de risco.

    Afinal, você agora terá que viver da renda deste patrimônio, de forma que é importante dar preferência para ativos líquidos e de baixo risco, que possibilitem rápido redirecionamento caso o cenário econômico exija. Afinal, é preciso fazer o seu dinheiro render após a aposentadoria.

    Imagine, por exemplo, a situação de uma pessoa que acumulou um patrimônio de R$ 600 mil, e que se planejou para sacar 5% deste patrimônio no ano, o que equivaleria a R$ 30 mil. Imagine que este aposentado tenha 30% do seu patrimônio em ações, e que em determinado mês o Ibovespa registre queda de 5% e que o restante do patrimônio esteja em renda fixa rendendo 1,5% ao mês. O retorno no mês do patrimônio seria negativo de 2,7%.

    Mesmo que esta perda seja temporária, como o aposentado vive da renda destas aplicações, terá que sacar o dinheiro. Como, diante da queda de valor da parcela investida em ações, ao final do mês o valor do patrimônio será menor, na prática o saque efetuado naquele mês será superior ao resgate planejado de 5%. Quanto mais tempo esta queda durar, maior será o volume de perdas realizadas, e mais difícil a recomposição do patrimônio.

  • Prazo de duração do patrimônio
    Este prazo nada mais é do que a sua expectativa de vida. Mas, caso seja casado (a), o mais aconselhável é que considere a expectativa de vida do cônjuge mais novo. Ou seja, se você já tem 70 anos (expectativa é de 13,1 anos), mas o seu cônjuge ainda está com 65 anos (a expectativa é de 18,5 de expectativa), é a expectativa dele que deve ser usada e não a sua.

    Afinal, a menos que queira que ele volte a trabalhar quando você vier a falecer, o ideal é que o patrimônio dure enquanto ele estiver vivo. Um erro de cinco anos, que equivale à diferença de expectativa de vida entre o marido e a esposa, teria um impacto significativo no planejamento.

    Voltando ao exemplo acima, imagine que o patrimônio de R$ 600 mil foi acumulado com a expectativa de renda 4% acima da inflação e para durar 20 anos. Neste caso, seria possível ter uma renda de R$ 3,6 mil. Mas se o prazo for 5 anos maior, esta renda cai para R$ 3,1 mil. Pode não parecer muito à primeira vista, mas quando acumulado pelo prazo de 20 anos, equivale a R$ 120 mil, que é a quantia que poderia ter deixado para a sua esposa viver após o seu falecimento.

  • Herança que pretende deixar
    Ninguém tem obrigação de deixar herança para outra pessoa. Mas, em alguns casos, esta é uma meta pessoal, de forma que é preciso levá-la em conta. A forma mais fácil de assegurar um valor residual para o seu patrimônio, é sacar menos do que os 5% discutidos acima. Um resgate entre 3% e 4% do patrimônio permitirá que você assegure uma herança para os seus beneficiários sem maiores dificuldades.
Não é difícil ver que um erro na definição de alguma das variáveis acima pode comprometer significativamente sua qualidade de vida durante a aposentadoria. Exatamente por isso, mesmo que já esteja aposentado, e só agora tenha consciência de ter cometido alguns erros de planejamento, saiba que nunca é tarde para rever a sua estratégia de investimento. Boa sorte

Fonte: Info Money
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Receba sua restituição mais cedo


1 - Comece antes: 
Aproveite os últimos dias antes do início do prazo da Receita (que começa no dia 1º) para juntar todos os documentos necessários para a declaração. Separe os informes de rendimento (que as empresas podem entregar até o dia 26/02), o recibo do IR do ano passado, escritura de imóveis vendidos e outros comprovantes.

 

Além disso, verifique se todos os seus dependentes têm o CPFs em situação regular; caso algum não tenha o documento, procure uma das agências do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou dos Correios para fazer a emissão. 

2 - Organize as despesas: 
Vá atrás dos gastos que você fez em 2009; ligue para os prestadores de serviço que você contratou e anote todos os CNPJ e/ou CPFs; localize também, se necessário, carnês do INSS de empregados domésticos, de faculdade e doações realizadas durante o ano.

3 - 'Caixinha do Leão': 
Para o consultor, o ideal é juntar todos os papéis referentes ao IR em uma pasta ou caixa. Além de reunir os papéis para o IRPF 2010, separe outra para guardar aos poucos os documentos para declaração do ano que vem. Evite trabalho em 2011. 

4 - Faça cópias: 
Anexe ao recibo cópias de tudo o que você colocar na declaração como dedutível. Dentro do prazo de cinco anos, a Receita pode pedir os documentos para comprovação. 

5 - Escolha um dia calmo: 
Quando tiver todos os documentos em mãos, consulte o calendário e escolha o dia menos movimentado para fazer a declaração; tentar conciliar outras atividades pode resultar em erros.

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